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sábado, 3 de janeiro de 2009

BárbaRa DorMia TaRde Pra NÃO Ter Que AcoRdar.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

6:25

O R E L Ó G I O fez um barulhinho quando ele apertou para ver as horas. Pense na luz azul-pequeno e os números fora de foco (era noite, e era tarde). Sabe essa época de relógios digitais com pulseira de borracha? Ah, o cheiro de borracha dos tênis novos, da bolinha e da raquete!
Pensei que jamais viveria sem o Paulinho.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Solidão

E X I S T E S E N S A Ç Ã O mais auto-predatória que a de descobrir que, ao olhar em volta, só restou você, você, você, e mais nada?

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Se amanhã não for nada disso

C A B E RÁ só a mim esquecer.

Me dá um beijo, então. Aperta a minha mão. Tolice é viver a vida assim, sem aventura.
Deixa ser pelo coração. Se é loucura, então melhor não ter razão.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

O Silêncio das Estrelas

E U estou,
sinceramente,
literalmente,
profundamente,
CANSADA
de sentir Saudades.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Sweet

I ' M G E T T I N G so stupid, so old fashioned, but I don't care at all 'cuz you held my hand and then I just didn't want to be anywhere else in the world.

domingo, 14 de setembro de 2008

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d
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p
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s
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quarta-feira, 13 de agosto de 2008

I T W A S N ' T for me. I'm not supposed to make anything become real. If I was, I would have understood what is that thing you're talking about. But I didn't get it. So, it's talking about someone else. I don't have to complain - I know I'm not the only one, and I did ask you to keep things going like this. But I don't know, maybe I wish I was, like that thing you scream for every week.
Nevermind.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

I miss you.
Miss you so bad.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Leve



N Ã O M E leve a mal, me leve à toa pela última vez a um quiosque, ao planetário ao cais do porto, ao paço.
O meu coração (meu coração, meu coração) parece que perde um pedaço.
Mas não me leve a sério. Passou este verão. Outros passarão. Eu passo.
Não se atire do terraço, não arranque minha cabeça da sua cortiça.
Não beba muita cachaça, não se esqueça depressa de mim, sim?
Pense que eu cheguei de leve, machuquei você de leve e me retirei com pés de lã.
Sei que o seu caminho amanhã será um caminho bom, mas não me leve.
Não me leve a mal, me leve apenas para andar por aí na lagoa, no cemitério, na areia, no mormaço.
O meu coração, (meu coração, meu coração) parece que perde um pedaço, mas não me leve a sério.

Passou este verão.
Outros passarão.
Eu passo.

(Leve, Chico Buarque)

quinta-feira, 6 de março de 2008

Gala

HO J E nós vamos nos encontrar na incidência do asfalto solar, onde as feras se chocam, se constragem, se cospem, se comem. Não era isso que você queria?