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domingo, 14 de setembro de 2008
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Um Post Babaca
C O M O J Á diz o título, e, pra ser ainda mais babaca, vou usar da redundância (mais uma vez, pois já a usei) e avisá-los (o que já foi avisado): hoje vou fazer um post babaca.
Babaca. Idiota.
Substantivos assim, comuns de dois gêneros. Servem para ele, o post. E para mim, a postadora (neologismo idiota). Pois penso que é isso o que você pensa sobre mim. Que sou babaca, idiota e burra. Estou repetindo não para economizar vocabulário, mas por não ter mais vocabulário para me expressar.
Assim, simplória, sincera e babaca. Hoje estou tão humana. Sinto inveja e sinto raiva. De várias coisas, sobre vários rostos. Daquilo que eu deixei morrer. Daquilo que eu me transformei. De mulher super interessante e cheia de mistérios (inclusive os da carne) para ensinar, a uma qualquer-coisa aspirante à alguma imitação, de vocabulário curto, fala pobre, ambigüidades quase sem vírgulas e sem conteúdo.
E, se fosse isso, só pra cavar o fundo do poço (onde me encontro nessas linhas) ainda mais fundo, eu te atestaria minha superficialidade dizendo mas eu emagreci e até pintei o cabelo! Falaria com tanta convicção, com aquele meu sorrisinho irritante e as mãos espalmadas indicando que isso é óbvio, que confie em mim (que paro nessa posição com a boca aberta). Mãos espalmadas com unhas mal-cortadas. Talvez seja isso. Talvez eu devesse fazer as unhas, talvez.
Ah, esse mundão (!) e suas injustiças. Tudo o que tive em mãos (inclusive você, que deve querer se esquecer disso) deve ter sido única e meramente um fruto do acaso, da sorte, de um vento favorável que me fez fechar o olho direito porque estava contra o sol, e te fez achar tal gesto charmoso. Sei lá. Só não entendo porque foi que tiraram de mim essa sorte e doaram para eles, que tanto fedem e nem sabem fazer Pen Spinning!
Talvez, se não fosse o chips, eu teria evitado as baratas. E se eu tivesse sentado mais para trás, eu teria evitado o cocô da pomba. (b-a-b-a-c-a!)
Babaca. Idiota.
Substantivos assim, comuns de dois gêneros. Servem para ele, o post. E para mim, a postadora (neologismo idiota). Pois penso que é isso o que você pensa sobre mim. Que sou babaca, idiota e burra. Estou repetindo não para economizar vocabulário, mas por não ter mais vocabulário para me expressar.
Assim, simplória, sincera e babaca. Hoje estou tão humana. Sinto inveja e sinto raiva. De várias coisas, sobre vários rostos. Daquilo que eu deixei morrer. Daquilo que eu me transformei. De mulher super interessante e cheia de mistérios (inclusive os da carne) para ensinar, a uma qualquer-coisa aspirante à alguma imitação, de vocabulário curto, fala pobre, ambigüidades quase sem vírgulas e sem conteúdo.
E, se fosse isso, só pra cavar o fundo do poço (onde me encontro nessas linhas) ainda mais fundo, eu te atestaria minha superficialidade dizendo mas eu emagreci e até pintei o cabelo! Falaria com tanta convicção, com aquele meu sorrisinho irritante e as mãos espalmadas indicando que isso é óbvio, que confie em mim (que paro nessa posição com a boca aberta). Mãos espalmadas com unhas mal-cortadas. Talvez seja isso. Talvez eu devesse fazer as unhas, talvez.
Ah, esse mundão (!) e suas injustiças. Tudo o que tive em mãos (inclusive você, que deve querer se esquecer disso) deve ter sido única e meramente um fruto do acaso, da sorte, de um vento favorável que me fez fechar o olho direito porque estava contra o sol, e te fez achar tal gesto charmoso. Sei lá. Só não entendo porque foi que tiraram de mim essa sorte e doaram para eles, que tanto fedem e nem sabem fazer Pen Spinning!
Talvez, se não fosse o chips, eu teria evitado as baratas. E se eu tivesse sentado mais para trás, eu teria evitado o cocô da pomba. (b-a-b-a-c-a!)
sábado, 30 de agosto de 2008
Esqueça
A S S I M É Q U E vão ser todos os frios todas as escuridões e toda a solidão? Meu pesado casaco vermelho nunca vai me dar o calor que eu preciso nesta noite e em todas as próximas? Será mesmo que seus braços o roubaram (meu calor) e, assim sendo, hei de padecer sentindo frio se eu não estiver sentindo você?
Não é por nada, mas hoje eu daria o meu casaco vermelho e todas as roupas do meu guarda-roupa e até as do meu corpo para poder ser esquentada pelo teu abraço que tanta falta me faz. O teu abraço, e eu faria um doce para comermos enquanto assistimos algum filme qualquer, nunca importou qual fosse. Só me importava a brincadeira de nossas mãos debaixo do edredon amarelo, que também me tem feito tão fria ultimamente.
Tua imagem me vem tão falha e fraca, está sumindo da minha cabeça. Evito ver fotos e até lembrá-la, mas as noites como hoje me provam que eu nunca mais fui eu sem você, e que, mesmo sem rumo ainda sou sua, sem rumo e nua, mas nem todo o meu enxoval te traria de volta pra mim.
Não é por nada, mas hoje eu daria o meu casaco vermelho e todas as roupas do meu guarda-roupa e até as do meu corpo para poder ser esquentada pelo teu abraço que tanta falta me faz. O teu abraço, e eu faria um doce para comermos enquanto assistimos algum filme qualquer, nunca importou qual fosse. Só me importava a brincadeira de nossas mãos debaixo do edredon amarelo, que também me tem feito tão fria ultimamente.
Tua imagem me vem tão falha e fraca, está sumindo da minha cabeça. Evito ver fotos e até lembrá-la, mas as noites como hoje me provam que eu nunca mais fui eu sem você, e que, mesmo sem rumo ainda sou sua, sem rumo e nua, mas nem todo o meu enxoval te traria de volta pra mim.
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
I T W A S N ' T for me. I'm not supposed to make anything become real. If I was, I would have understood what is that thing you're talking about. But I didn't get it. So, it's talking about someone else. I don't have to complain - I know I'm not the only one, and I did ask you to keep things going like this. But I don't know, maybe I wish I was, like that thing you scream for every week.
Nevermind.
Nevermind.
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Couple of Things to Forget
I L O V E people who produce with pleasure. Not in a mean of work, but in a manner of pleasure and fun, only. They're lovely. Those silly smiles, those bright eyes, as if everything was so simple and natural. They just seem so natural doing the stuff they do. As if there wasn't anything else. Just the music, the cigarette, the beer. These kindda so-everyday-things get so sophisticated and admirable upon their hands, that seem to touch so soft and subtle! And they get there forever, doing their stuff, having fun and being so true to themselves and the other's. Sometimes I feel like them. I felt it so real last saturday night. But it was just a dream over.
I know, I know. They may have jobs to survive. They may have accounts to pay and lots of things to be worried about. Just like me and you. I guess they do. And I'm gonna be this one next twenty treeth. I'm gonna be all I wanna be. I don't have to care for you anymore. I'm glad I'm free and this is such a cruel thing to say. May be painful to read. That's why I don't want you to read it. I'm just not lying this time.
Actually, maybe I'm not ready to breath alone yet, and that's why it's being so easy to deal with. I've wrote this language because this is the language they use to sing - and also I do. I can go wherever I want because my phone will not ring anymore. I know I'll miss it. But let me enjoy what's still here, left after you. Maybe I've liked the way you shave your hair and I'm sure it's because of your smile. We're gonna be great and paceful. Hope we be fine.
I know, I know. They may have jobs to survive. They may have accounts to pay and lots of things to be worried about. Just like me and you. I guess they do. And I'm gonna be this one next twenty treeth. I'm gonna be all I wanna be. I don't have to care for you anymore. I'm glad I'm free and this is such a cruel thing to say. May be painful to read. That's why I don't want you to read it. I'm just not lying this time.
Actually, maybe I'm not ready to breath alone yet, and that's why it's being so easy to deal with. I've wrote this language because this is the language they use to sing - and also I do. I can go wherever I want because my phone will not ring anymore. I know I'll miss it. But let me enjoy what's still here, left after you. Maybe I've liked the way you shave your hair and I'm sure it's because of your smile. We're gonna be great and paceful. Hope we be fine.
terça-feira, 15 de julho de 2008
Nostalgia pt. I
C H E G U E I E M casa hoje, e, com o barulho de minha chegada, que é estrondosa, alguém logo gritou:
- Vem ver! Vem ver!
Elas estavam sorridentes. É engraçado como a nostalgia causa esse sentimento de felicidade. Uns sete álbuns em cima do balcão, fotos antigas espalhadas sobre a mesa. E o sorriso nos lábios delas, ao relembrar de tantos anos atrás. Tinha até uma minha, que é clássica. Eu, no sofá, com um ano de idade, vestida de Papai Noel nesse calor de Foz do Iguaçu, pra não dizer palavrão, ou, calor da porra. Cruel, não?
As mais recentes eram de 2004, ano em que, se não me engano, compraram a tão obsecada Câmera Digital. São quatro anos de recordações que estão estocadas e entulhadas aqui nesse computador de onde vos escrevo. Leia-se que esta minha querida e amada máquina que ainda minhas angústias guarda, está também estocada e entulhada de vírus. Ou seja, no vocabulário popular, os 41,2 por 15,5 por 42 centímetros e quase seis quilos do meu gabinete estão sendo cruelmente disputados pelas fotos e vírus, numa batalha injusta e sem mediador, sem juiz.
(...)
- Vem ver! Vem ver!
Elas estavam sorridentes. É engraçado como a nostalgia causa esse sentimento de felicidade. Uns sete álbuns em cima do balcão, fotos antigas espalhadas sobre a mesa. E o sorriso nos lábios delas, ao relembrar de tantos anos atrás. Tinha até uma minha, que é clássica. Eu, no sofá, com um ano de idade, vestida de Papai Noel nesse calor de Foz do Iguaçu, pra não dizer palavrão, ou, calor da porra. Cruel, não?
As mais recentes eram de 2004, ano em que, se não me engano, compraram a tão obsecada Câmera Digital. São quatro anos de recordações que estão estocadas e entulhadas aqui nesse computador de onde vos escrevo. Leia-se que esta minha querida e amada máquina que ainda minhas angústias guarda, está também estocada e entulhada de vírus. Ou seja, no vocabulário popular, os 41,2 por 15,5 por 42 centímetros e quase seis quilos do meu gabinete estão sendo cruelmente disputados pelas fotos e vírus, numa batalha injusta e sem mediador, sem juiz.
(...)
domingo, 22 de junho de 2008
Um pouco de verdade
Q U E S E se foda a literatura, a música, o cinema. Que se fodam todas as artes, da primeira a última. E, principalmente, que se fodam todos aqueles que um dia inventaram glamour nas cenas de loucura. Que se foda Paulo Coelho e sua Verônika que decide morrer. Até a Pitty, que se foda, com aquele Anacrônico de camisa-de-força.
Isso não é glamouroso.
Isso não é engraçado.
Já fui como vocês, que via beleza e poesia em remédios de tarja-preta, em terapias de choque e em vândalos descabelados gritando dialetos indecifráveis.
Mas isso não é bonito.
Isso não é poético.
Isso é triste.
Isso é doloroso.
E dói pra caramba.
Isso não me traz inspiração.
Eu não vou escrever um texto bonito. Eu não vou usar palavras difíceis. Só escrevo porque isso aqui faz algum sentido pra mim. Não é aqui onde guardo alguns dos meus sentimentos? Pois também esse quis guardar. É chato ler tanta gente se achando doente quando na verdade não é. Tanta gente que nem sabe como isso dói.
Não é brincadeira, dói de verdade. Uma dor que me corta o coração (não vou nem fugir dos clichês), ver você assim e não saber o que fazer. Eu queria não me importar, eu queria saber virar as costas e deixar passar, me distrair. Mas eu não consigo. Dói.
Já estou fraca demais pra agüentar você sumindo, você surtando, você nunca-bem. Como eu queria que fosse tudo normal. Como eu queria que ficasse tudo calmo.
Mas é o telefone tocando e me ameaçando, dizendo coisas feias que eu nunca queria ouvir da sua boca. Eu não consigo mais. Esse peso é demais pra eu carregar. É tão-mais-que-eu, que já aprendi que o único jeito de manter um pouco estável é eu deixando de ser eu pra ser você.
Dói mais ainda saber que não é culpa sua. Que, por você, poderíamos ficar bem. Talvez fosse até a sua vontade. Se não fosse essa coisa que te domina e te faz me machucar. Adianta procurar ajuda? Adianta escrever?
Sei que também tenho culpa. Mas foram minhas fraquezas, foi o meu desequilibrar com o peso que carrego. É tão doloroso te olhar mas não te ver. É tão doloroso te olhar e não te reconhecer.
Eu queria que nossa relação não fosse doente psicótica ego-dependente. Eu queria que fôssemos de andar de mãos dadas na grama, de abraçar pra aproveitar o frio, de esperar o sol se pôr e de ter tanta intimidade pra ficarmos dançando na cozinha enquanto esperamos o pão de queijo assar.
Eu queria que, por uma vez, seu sorriso não viesse com sarcasmo. Eu queria que, por uma vez, o nosso dia terminasse bem.
Isso não é glamouroso.
Isso não é engraçado.
Já fui como vocês, que via beleza e poesia em remédios de tarja-preta, em terapias de choque e em vândalos descabelados gritando dialetos indecifráveis.
Mas isso não é bonito.
Isso não é poético.
Isso é triste.
Isso é doloroso.
E dói pra caramba.
Isso não me traz inspiração.
Eu não vou escrever um texto bonito. Eu não vou usar palavras difíceis. Só escrevo porque isso aqui faz algum sentido pra mim. Não é aqui onde guardo alguns dos meus sentimentos? Pois também esse quis guardar. É chato ler tanta gente se achando doente quando na verdade não é. Tanta gente que nem sabe como isso dói.
Não é brincadeira, dói de verdade. Uma dor que me corta o coração (não vou nem fugir dos clichês), ver você assim e não saber o que fazer. Eu queria não me importar, eu queria saber virar as costas e deixar passar, me distrair. Mas eu não consigo. Dói.
Já estou fraca demais pra agüentar você sumindo, você surtando, você nunca-bem. Como eu queria que fosse tudo normal. Como eu queria que ficasse tudo calmo.
Mas é o telefone tocando e me ameaçando, dizendo coisas feias que eu nunca queria ouvir da sua boca. Eu não consigo mais. Esse peso é demais pra eu carregar. É tão-mais-que-eu, que já aprendi que o único jeito de manter um pouco estável é eu deixando de ser eu pra ser você.
Dói mais ainda saber que não é culpa sua. Que, por você, poderíamos ficar bem. Talvez fosse até a sua vontade. Se não fosse essa coisa que te domina e te faz me machucar. Adianta procurar ajuda? Adianta escrever?
Sei que também tenho culpa. Mas foram minhas fraquezas, foi o meu desequilibrar com o peso que carrego. É tão doloroso te olhar mas não te ver. É tão doloroso te olhar e não te reconhecer.
Eu queria que nossa relação não fosse doente psicótica ego-dependente. Eu queria que fôssemos de andar de mãos dadas na grama, de abraçar pra aproveitar o frio, de esperar o sol se pôr e de ter tanta intimidade pra ficarmos dançando na cozinha enquanto esperamos o pão de queijo assar.
Eu queria que, por uma vez, seu sorriso não viesse com sarcasmo. Eu queria que, por uma vez, o nosso dia terminasse bem.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
O Melhor e o Pior
C O M O P E R D Ã O da licença poética, foda-se. Cansei.
O pior é que não adianta cansar porque isso não vai mudar nada. Cansar não vai fazer com que eu me sinta um pouco menos inferior. Cansar talvez nem me faça desistir, por mais contraditório que isso seja!
Eu não sei como foi que pegaram a minha auto-estima e a jogaram no lixo. Só sei que o fizeram. E eu era tão dependente dela, tanto que eu nem tinha noção, porque, ao tê-la comigo, eu achava que não dependia de nada, muito menos de uma outra dimensão de mim mesma. Agora eu não passo de uma miserável se arrastando e implorando por um pouco de atenção. Tão miserável que não se dá ao luxo de ser medrosa. Miserável, corajosa. Porque não tem mais nada a perder, quando a auto-estima já se foi. E a talvez única saída é aquilo que mais me afunda, que mais me pisa, que mais me acaba.
Se não consigo sair, o jeito é ficar, o jeito é desistir. Qual é o grande problema em ser assim, ser ninguém, afinal?
Pode ter sido aquela carta idiota. Aquela carta que não mereceu receber nem uma merda de um telegrama, nem pra mandar tomar no cu. E por quê, hein? Porque não era o certo? Confesso aqui minha hipocrisia, mas sei que não estive sozinha. Quem é você pra me falar do que é certo?
Não adianta mais fingir, fugir, que eu já sei de tudo. Sei que você seria mais intelectualmente capaz do que isso. De jargões e clichês as ruas estão cheias. É você que sabe onde procura.
O pior é que não adianta cansar porque isso não vai mudar nada. Cansar não vai fazer com que eu me sinta um pouco menos inferior. Cansar talvez nem me faça desistir, por mais contraditório que isso seja!
Eu não sei como foi que pegaram a minha auto-estima e a jogaram no lixo. Só sei que o fizeram. E eu era tão dependente dela, tanto que eu nem tinha noção, porque, ao tê-la comigo, eu achava que não dependia de nada, muito menos de uma outra dimensão de mim mesma. Agora eu não passo de uma miserável se arrastando e implorando por um pouco de atenção. Tão miserável que não se dá ao luxo de ser medrosa. Miserável, corajosa. Porque não tem mais nada a perder, quando a auto-estima já se foi. E a talvez única saída é aquilo que mais me afunda, que mais me pisa, que mais me acaba.
Se não consigo sair, o jeito é ficar, o jeito é desistir. Qual é o grande problema em ser assim, ser ninguém, afinal?
Pode ter sido aquela carta idiota. Aquela carta que não mereceu receber nem uma merda de um telegrama, nem pra mandar tomar no cu. E por quê, hein? Porque não era o certo? Confesso aqui minha hipocrisia, mas sei que não estive sozinha. Quem é você pra me falar do que é certo?
Não adianta mais fingir, fugir, que eu já sei de tudo. Sei que você seria mais intelectualmente capaz do que isso. De jargões e clichês as ruas estão cheias. É você que sabe onde procura.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Malditas Imprecisões
V I E M A L G U M L U G A R que não me lembro agora uma constatação que me intrigou. Eu não sei se seria realmente uma constatação ou uma mera suposição, mas eu sei que, no meu caso se aplica. Dizia que as mulheres sentem mais satisfação com a lembrança de um momento bom do que no momento em si. Eu sou dessas.
Também acho que o que determina a felicidade na vida de uma pessoa é muito mais o jeito como ela vê as coisas e o que ela pensa do que a soma dos acontecimentos tendo eles sido causados por ela ou não. O grande problema é que é quase impossível controlar os pensamentos!
Penso em tudo isso que eu tenho, que eu conquistei, e consigo ficar um pouco feliz. Pouco porque tudo isso é muito frágil. Qualquer uma dessas coisas pode acabar a qualquer momento. E eu não consigo aproveitá-las o bastante quando penso que sentirei falta se acabarem.
Às vezes eu queria um pouco mais de estabilidade, de sossego, mesmo sabendo que sossego demais enjoa. Mas essa corda bamba tá ficando foda.
E é desgosto o que eu vou sentir se amanhã o telefone não tocar a tempo. Malditas imprecisões!
Também acho que o que determina a felicidade na vida de uma pessoa é muito mais o jeito como ela vê as coisas e o que ela pensa do que a soma dos acontecimentos tendo eles sido causados por ela ou não. O grande problema é que é quase impossível controlar os pensamentos!
Penso em tudo isso que eu tenho, que eu conquistei, e consigo ficar um pouco feliz. Pouco porque tudo isso é muito frágil. Qualquer uma dessas coisas pode acabar a qualquer momento. E eu não consigo aproveitá-las o bastante quando penso que sentirei falta se acabarem.
Às vezes eu queria um pouco mais de estabilidade, de sossego, mesmo sabendo que sossego demais enjoa. Mas essa corda bamba tá ficando foda.
E é desgosto o que eu vou sentir se amanhã o telefone não tocar a tempo. Malditas imprecisões!
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