terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Sobre o Fim e o Começo

aLGuMAs coisAs Que sÃo Do pAssADo, FicaM No passado, mas a maioria vira memória. Eu, se pudesse escolher, gostaria de ser memória. Quando eu não mais estiver habitando esse chão, ou esse espaço terreno, ou quando eu tiver sumido de sua vida, por favor, me deixe virar memória.
Mas, bem como o passado e o futuro, as mudanças são inapalpáveis, porém mais firmes que um pedaço de pau. E, talvez por isso, se fazem tão necessárias às nossas vidas. Mudar de nome e de endereço é uma mudança pequena, mas que nesse presente que já é passado se fez precisa.
O Paranóia Delirante faria dois anos de existência no mês que vem. Mas em algum momento entre o último post (que ainda não sabia que seria o último) e hoje, ele não fez mais sentido. Continuarei paranóica, e continuarei pathetic, delirando entre os pães de forma, mas o Paranóia Delirante perdeu o sentido. E nós, seres humanos, vivemos tentando entender o sentido das coisas, mas algumas simplesmente não têm.
O Paranóia teve, mas acabou. Durante esses quase dois anos, fui fiel à paranóia delirante, que era aquela vontade, aquela idéia fixa que me povoava a mente a ponto de me fazer delirar e sempre achar coisas que talvez não fossem.
Entre o 10 de março de 2006 e hoje, essas vontades nunca cessaram. Mas mudaram de forma, algumas várias vezes. E é aí que entra a Insaciedade.

3 comentários:

Natalia Novais disse...

mudaram de forma e nome! #)
mas é sempre bom inovar.

:********

Luciana disse...

Ah, acredito que sentirei saudades dele... mas... seja bem vindo Insaciedade!
=D
ushsauidhsiudhsiuadhiusauisdhuis


=**

Insolúvel. disse...

É preciso deixar algumas coisas para trás para que apareçam novas, não?